Karen Bueno Corrêa
sábado, 13 de dezembro de 2014
AVALIAÇÃO DO SEMESTRE
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
OBJETIVOS:
·
Estimular o gosto pela leitura de obras
literárias
·
Avaliar de forma crítica a literatura disponível
·
Usar as Tecnologias de Informação e Comunicação
em aplicações práticas
·
Desenvolver a criatividade
·
Participar de trabalhos em grupo de forma
colaborativa
CONTEÚDOS
*Leitura
*Expressão artística
*Produção textual
*Uso de Tecnologias de Informação
e Comunicação
SÉRIE ATENDIDA: 2º ANO
TEMPO ESTIMADO:
6 AULAS
MATERIAL:
LIVRO “ADIVINHA O QUANTO TE AMO”,
CELULARES OU CÂMERAS E CADERNOS
DESENVOLVIMENTO:
1ª ETAPA
Faremos a leitura do livro com as
crianças sentadas em círculo;
2ª ETAPA
Realizaremos uma “discussão”
sobre a narrativa, apontando os melhores momentos e os piores, sugerindo que se
coloquem no lugar do Coelho Filho.
3ª ETAPA
Montaremos trios para dramatizar
a história . cada grupo ficará com um trecho (um diálogo de pai e filho). Cada
grupo terá um exemplar do livro. Após as dramatizações e considerações a cerca
das apresentações será desafiados a produzir uma história (ainda em trios) com
o tema “PAI”. Faremos a construção dos textos no caderno e após a revisão e
possíveis sugestões(ou não) eles produzirão um VÍDEO encenando sua própria
história.
CULMINÂNCIA
Faremos uma “Premier” onde
apresentaremos os vídeos construídos aos pais. Como lembrancinha do Dia Dos
Pais cada pai/responsável receberá um DVD com todos os vídeos incluindo os Making offs.
AVALIAÇÃO
FAREMOS UMA AUTO AVALIAÇÃO EM GRUPO,
ANALISANDO A POSTURA E O DESENVOLVIMENTO DE CADA GRUPO/INDIVÍDUO DENTRO DO
TRABALHO.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Desde que iniciei esta cadeira foi muito divertido e desafiador. Não vou dizer que minha vida mudou depois disso .No entanto com certeza me abriu os olhos para as infinitas possibilidades de se usar as feramentas que dispomos hoje em dia. Sempre gostei de usar ferramentas diferentes e agora me sinto mais segura para aproveitá-las em minha aulas. Sei que ainda aprenderei muito com meus alunos durante as aulas e o uso de novas tecnologias. Mas me sinto bem assim. Até por que segundo o grande mestre:
"Ensinar inexiste sem aprender e vice-versa, e foi aprendendo socialmente que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível ensinar. Aprender precedeu ensinar, ou em outras palavras, ensinar se diluía na experiência realmente fundante de aprender."(Paulo Freire)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
ATIVIDADE 08
Partimos do pressuposto que o conhecimento não está assentado nas certezas, como propõe a ciência mecanicista, mas sim nasce do movimento, da dúvida, da incerteza, da necessidade da busca de novas alternativas, do debate, da troca. A aprendizagem em rede, não poderá prescindir de ações que possam traduzir as ideias (teorias) em práticas. Ela necessita de expressão em práticas pedagógicas, como a proposta de educação que chamaremos de Pedagogia da Incerteza.
Certamente não há como assegurar verdades e certezas. Parafraseando Paulo freire "È próprio do pensar certo a disponibilidade ao risco, a aceitação do novo que não pode ser negado ou acolhido só por que é novo, assim como o critério de recusa ao velho não é apenas o cronológico"(Pedagogia da autonomia-2013). Acredito que é preciso apropriar-se das novas tecnologias e não evitá-las, pois já não há como.
Educar para transformar informações em conhecimento - se conhecer implica em interpretar, relacionar e comparar informações, não será suficiente oferecer aos sujeitos um ambiente rico em informações, mas sim proporcionar situações que privilegiem a busca de informações e interações significativas para a construção de conhecimento articulado, capaz de romper com os limites disciplinares.
Educar para transformar sempre. seja com um quadro de giz ou em uma lousa digital. No entanto se há a lousa digital e se o interesse e a motivação dos alunos indica para estas novas ferramentas devemos atribuir-lhes os valores necessários e , aproveitando-se deles fazer nosso trabalho. Ensinar. mediar. Encorajar a novas possibilidades. É claro que para nós seres não nascidos nesta era virtual efervescente dá medo. Vontade de voltar ao giz. No entanto este aprendizado também é nosso. De certa forma mais nosso. E nesta troca, tão necessária, tão rica que se dão os conhecimentos necessários.
Educar para a autonomia e a cooperação - a autonomia intelectual implica na palavra ou ação própria, liberando o pensamento do que a tradição ou as ideologias procuram impor. Na educação para a autonomia e a cooperação, as situações de aprendizagem buscarão ativar a discussão de pontos de vista divergentes, em detrimento da pura repetição de ideias e crenças, porém auto-subordinados às regras do respeito mútuo e da cooperação.
Recorro novamente a Freire(Pedagogia da Autonomia-2013)"O respeito a autonomia e a dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros". Penso que seja bem aí que reside um dos problemas do uso das novas tecnologias, abrir mão do poder autoritário e equalizar-se com o aluno. Dando a ele o poder e a autonomia sobre seu conhecimento, aceitando que ele não é uma tábula rasa.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Certamente eu já conhecia jogos de estratégia. No entanto acho muito legal poder ter uma coletânea de diversos jogos. Cada um com seus objetivos. Acredito, como já havia dito importante que a utilização de jogos durante toda a vida escolar, é muito importante e rica. Eu usarei sempre com meus alunos. Tive dificuldade para jogar por que não quis ler as instruções primeiro e depois tive que aprender perdendo. kkkk. É muito difícil descrever minha estratégia, no entanto ela se trata apenas de tentativa e erro.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Cabe ao professor conhecer seus alunos para saber qual abordagem didática deverá utilizar, pois cada sala possui especificidades que a caracterizam. Não há uma receita pronta de como lecionar. O professor deve estar sempre preparado para o imprevisto, caso a aula não aconteça como havia planejado. A sala de aula não é imutável, por isso ela impossibilita um planejamento rigido, afinal, o assunto e o método de ensino do professor desencadeia diversas reações dos alunos.
Eu busquei nas afirmações expostas uma em que eu me estivesse em minha zona de conforto. Concordo com esta afirmação e com outras também. Toda a ação educativa deve ter como centro o aluno. Cada aluno é único, mas faz parte de uma turma. No momento do planejamento o professor deve levar em conta toda a especificidade da turma, como ela "funciona" melhor. Como seres únicos em uma turma heterogênea devemos buscar ações que viabilizem trazer para cada um , um desafio, uma desacomodação.Para tanto este planejamento não pode ser rígido, estático e imutável, ele precisa contar com o incontável. Flexibilizando o planejamento o desenvolvimento da aula terá êxito.
Os objetos de aprendizagem apresentados nesta semana, auxiliariam seus alunos a aprenderem? Porque? (Procure falar um pouquinho de cada um)
Como mencionei antes adoro jogos. estes objetos são perfeitos para sistematizar os conceitos que trazem. Dos objetos apresentados ó não consegui usar o do "arrume as operações" não entendi direito. Ma tds os outros experimentei com meu filho de 9 anos e gostamos. São bastante estratégicos e bem organizados.
Na semana passada interagimos com nossas colegas, e nesta aula interagimos com a máquina, o que você percebe de diferente nestes dois tipos de interação?
Senti falta de ter alguém ao lado para trocar informações, ideias e dúvidas. Mas foi interessante.
Como você se sentiu utilizando objetos de aprendizagem?
Me senti desafiada a entender cada jogo a ponto de poder ensina-lo a alguém.
Depois de tudo que vimos nesta semana, você utilizaria objetos de aprendizagem com seus alunos? Só em matemática?
Certamente usarei . No entanto pela falta de oportunidades na escola talvez não possa usar tds da forma como imagino. Os jogos no computador pode ser usados em tds disciplinas.
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